terça-feira, 30 de agosto de 2016

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Não somos nada. Há dias em que viver cansa. E dói. E mata. Pedacinho a pedacinho, a esperança vai desaparecendo. E a certeza de que nada ficará de nós leva a que nada pareça valer a pena. É difícil navegar entre a euforia e a disforia. Passar de um estado ao outro num ápice. Achar que a nossa vida é maravilhosa e no momento seguinte nada mais fazer sentido. Ficar feliz com a coisa mais pequena e depois ver todos os sonhos destruídos.A noite é solitária. E a companhia que eu quero nas noites solitárias é nenhuma. Resto eu mesma, embrenhada na minha tristeza.

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